Hotel Lenox - NY

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Hotel Lenox - NY

Mensagem por Narrador em Ter Jan 24 2012, 16:42

O conforto e a elegância do Hotel pode ser vista em seus quartos amplos, arejados. A decoração feita com materiais modernos passa um ar de tranquilidade e equilíbrio. Lugar perfeito para se esquecer dos problemas e relaxar.

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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Apolo em Dom Jan 29 2012, 01:39

Adentrei o hotel na mesma hora que tirava o óculos escuro da cara e o guardava num dos bolsos da calça que eu usava. Peguei o caminho mais rápido para o hotel, apenas para ficar um passo a frente dos semideuses fugitivos, ou assim esperava ter feito. Dei uma olhada geral para ver se encontrava alguém com a mesma cara de Afrodite, o que não era difícil de identificar, mas não achei ninguém. Algumas garotas que passavam atrás de mim perderam a fala quando olharam para mim, e eu apenas dei um sorriso e fui até o balcão, onde um cara que aparentava não ter mais de 30 anos estava sentado, assistindo a uma pequena televisão.
- Com licença, eu queria um quarto para mim. Estou aqui de visita, o gerente me contratou para cantar algumas músicas no refeitório. - Eu disse, inventando a última parte.
O homem olhou para mim, descrente.

- Só um minuto, vou chamar o gerente.
Quando ele ia se levantar, comecei a cantar, baixo mas de um jeito perfeito, uma música do Nirvana. O homem congelou e olhou para mim. Eu sabia que daria certo, ninguém tinha a voz como a minha. O homem balançou a cabeça e abriu uma gaveta atrás dele, e eu vi várias chaves douradas com números vermelhos encima.
- Aliás, você viu três adolescentes pegarem um quarto aqui? Duas mulheres e um homem? - Perguntei, interessado.
O homem balançou a cabeça negativamente.
- Nem uma reserva para algum grupo desse?
O atendente se sentou novamente e puxou o que parecia ser uma lista. Ele passava o dedo por cada linha. Passados alguns minutos, ele olhou de novo para mim.
- Tem uma reserva que parece ser de um casal e uma filha, mas nada mais.
Fiquei meio pensativo. Teria que arriscar, no máximo ficaria do lado de mortais e nem usaria o quarto. Olhei para ele.
- Quero o quarto ao lado.
Ele me olhou, apreensivo. Eu revirei os olhos.
- Eu acho que conheço eles, sabe, e é meio que uma surpresa. Ficaria contente se pudesse guardar esse segredo.
Ele deu um suspiro bem forte e tirou uma chave com o número 205 de um prego, depois colocando encima de um balcão.
- É o segundo andar, senhor. Tenha uma boa estadia.
Acenei com a cabeça e me dirigi a um dos elevadores. Entrei em um vazio e apertei o botão com um "2" dourado. Uma musiquinha característica de elevador começou a tocar.
- Bem que podiam inovar... - Eu disse, dando uma risada.
Quando as portas se abriram de novo, haviam duas placas bem na frente, de verde. Uma apontava para a direita, onde estava escrito "200-250" e a outra "150-200". Fui para a direita, olhando as portas, e identifiquei a minha alguns metros depois da porta 200. Abri um sorriso.

- Então tá.
Mudei a rota enquanto guardava a chave dourada em um bolso da calça. Voltei para o elevador e sai do hotel de novo, indo até a minha moto parada na esquina. Alguns garotos olhavam a moto e cochichavam. Soltei um suspiro e subi na moto, enquanto tirava a chave que estava no mesmo bolso que a chave do hotel e ligava a moto. Dei um zerinho completo, fazendo a moto apontar para o lado contrário que estava e abri um sorriso para os garotos, que estavam boquiabertos.
- Gostaram?
Arranquei dali, indo em direção ao hospital.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Narrador em Ter Jan 31 2012, 21:36

TURNO ENCERRADO!


Novo turno iniciando-se dia 01 de Fevereiro e encerrando em 15 de Fevereiro.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Qua Fev 01 2012, 12:14

Havia se passado uma semana desde a nossa chegada ao hospital com Dan e as notícias de que ele ficaria bem. Nós saímos de lá aquele dia seguindo diretamente para o hotel, os três precisavam de descanso, de um bom banho e dormir. Nosso quarto havia sido reservado para duas pessoas, por isso precisamos pedir na recepção que mudasse nossa reserva para um AP triplo, em que continha dois quartos, sala de jantar e de TV. Nós havíamos entrado e capotado, dormido o resto do dia saindo a noite para o hospital ter notícias de Dan. Durante a semana nos dividimos e passamos a cada período um ficar no hospital de plantão, conseguimos celulares novos, já que não poderíamos usar o que tínhamos para não correr o risco de sermos encontrados e nos falávamos direto para ter certeza que todos estavam em segurança.

Levantei silenciosamente, Isa dormia, saí do quarto que dividia com ela indo em direção ao banheiro. O quarto de Gabe ainda estava com a porta fechada, o que significava que ele ainda dormia, tomei meu banho e me aprontei, essa manhã era minha vez de ficar no hospital, tinha a esperança de que agora já pudéssemos ver Dan, ele continuava em pequenas melhoras desde a cirurgia, haviam dito que tinha ocorrido tudo bem, mas que provavelmente seu processo de melhora levaria um tempo a mais. Ele melhorava aos poucos, seus ferimentos até que enfim estavam sarando, mas nós ficávamos na expectativa de que ele acordasse logo para assim pelo menos Gabe poder entrar e vê-lo, o que ainda não era possível.

“Bom dia” disse saindo do banheiro, vendo Isa sentada no sofá e Gabe saindo do quarto.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Qua Fev 01 2012, 13:02

Acordei meio tonta. A luz invadia o quarto deixando ele acinzentado. Eu podia ouvir o som da chuva batendo nas janelas fechadas. Rolei sobre os lençóis de seda, Deuses eu precisava de um desses no acampamento, isso se eu consegui-se voltar. Fiz uma careta me sentando na cama, escutei chuveiro ligado, olhei a cama ao meu lado. Natalie não estava mais nela, ela deveria estar no banheiro. Levantei-me caminhando ate a penteadeira antiga que estava em um canto do quarto, me encarando no espelho, dei um gemido baixo meu cabelo havia virado um coqueiro ambulante de cabelo. Suspirei pegando a escova o penteado gentilmente. Quando achei que ele estava descente caminhei para as portas duplas do quarto chegando a sala.

Meu pai havia feito um bom trabalho deixando esse hotel a nossa disposição, ele era amplo considerado 5 estrelas. Não havia pensando quanto seria a diária nele, mas tinha certeza que era algo que eu Natalie e Gabe não conseguiríamos pagar sozinhos. Peguei o telefone discando para a recepção, logo após dois toques a voz masculina me desejou bom dia. Sorri

- Bom dia. Gostaria de pedir meu café da manha.

Ele anunciou que seria levado daqui 15 minutos. Olhei no relógio daria tempo suficiente para tomar banho e tentar me manter acordada. Aconcheguei-me no sofá, abraçando minhas pernas. A porta do quarto de Gabe se abriu, ele saiu. Coçando os olhos com o peito da mão.

Ele vestia apenas uma calça de moletom marrom escura, os pés descalços. Deuses! O que diabos era aquela barriga, o músculo parecia ter sido desenhado, os cabelos loiros desgrenhados. Os olhos dele caíram sobre mim, me lembrei de respira. Eu jamais me acostumaria com a beleza dele. Uma voz tirou minha atenção.

- Bom dia. Me virei para Natalie, ela arrumava o casaco creme na cintura. Sorri.

- Bom dia, o café chegara em 15 minutos, você deveria se alimentar antes de ir. Nós estávamos revezando ficar com Dan no hospital, os médicos achavam que eu era namorada dele, afinal de contas que sempre fazia os momentos de desesperos quando perguntas difíceis eram feitas era eu. Thais a recepcionista continuava se insinuando para Gabe, assim como minha vontade de socar a mão na cara dela. Natalie, por diversas vezes me pediu paciência. A vadia teve coragem de sentar-se à mesa onde eu estava almoçando na cantina do hospital uma vez e dizer que assim que Dan meu suposto namorado sara-se deveríamos marcar de fazer algo.

Dan por sua vez ainda continuava em coma induzido na UTI, durante a semana ele havia recebido mais algumas quantidades de sangue.

- Pega isso. Joguei a chave do carro para ela. – Ta chovendo. Ela fez uma careta. – O hospital é perto, mas ate você chegar lá vai ter se molhado por completo. Ela analisou a sacada da sala, suspirando pegou a chave colocando no bolso sorri a ela com entusiasmo.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Qua Fev 01 2012, 18:13

“Bom dia, o café chegara em 15 minutos, você deveria se alimentar antes de ir.” Fiz uma careta discordando “Nah..não estou com fome, qualquer coisa como algo por lá depois.” Fui até a mesa pegando minha bolsa e seguindo em direção à porta.

“Pega isso.” Me virei e Isa jogou a chave do carro para mim “Ta chovendo. O hospital é perto, mas ate você chegar lá vai ter se molhado por completo” olhei para a sacada só então percebendo que Isa tinha razão, e que chuva caia lá fora, suspirei sabendo que não teria jeito, o caso era dirigir mesmo. Coloquei a chave no bolso voltando para o quarto e pegando um dos guarda-chuvas que haviamos comprado dias atrás, o guardando dentro da bolsa.

“Ok, qualquer coisa vocês me ligam. Vou ver se consigo entrar e ver Dan hoje, quem sabe temos boas notícias.” Abri a porta saindo para o lado de fora, mas parei e voltei acrescentando “Huumm...divirtam-se.” Disse rindo e piscando para os dois, fechei a porta bem na hora que Isa jogou uma das almofadas em minha direção.


ENCERRADO



OFF: eh..eu sei..ficou super hiper mega péssimo, os dois posts, mas não sei porque hoje não estou conseguindo fazer nada, simplesmente não consigo pensar..prometo melhorar na próxima vez que postar :/
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Gabe Trevisan em Qua Fev 01 2012, 19:41

Meus olhos seguiram Natalie se ausentar da sala espaçosa e Isabella lançar uma almofada ate ela, eu continuava encostado na porta. Olhei a chuva que insistia em cair lá fora, caminhei sentindo o tapete macio sob meus pés descalços ate chegar à porta de vidro que dava aceso a uma sacada. Abri apenas uma fecha deixando o ar gelado tocar meu rosto, o som da chuva era reconfortante. Avistei Natalie saindo pelo estacionamento do hotel. Encostei a testa no vidro gelado, de repente eu me sentia febril, meu corpo parecia ter sido lançado sob uma fogueira. Recordei-me que logo atrás de mim Isabella se sentava de forma confortável e despojada. Os fleches da imagem dela quando sai agora pouco do quarto ainda dançavam pela minha mente. E mesmo de costas para ela podia sentir seus olhos em mim. No fundo sabia o que estaria pensando.

Todos os dias evitei ficar a sós com ela. Dia apos dia eu mata minha vontade de estar por perto, de me jogar no sofá junto com ela e rir dos desenhos idiotas que ela costumava assistir na TV, ou implicar com a cor verde fosforescente que ela havia escolhido para unhas, ou reclamar do almoço diet que ela pedia. Ate mesmo de beber vodka ou whisky com ela quando ela se sentia angustiada. Mas em vez disso eu agia como um covarde, pois assim que Natalie saia eu arrumava uma desculpa e logo saia também, eu tinha ido visitar minha mãe e meus irmãos, também fiz algumas compras de roupas já que as minhas estavam escassas, outro dia visitava amigos. Ate cheguei a ficar sentado em uma praça olhando para o nada. Ela sempre jogara a chave de seu carro em minhas mãos, parecendo sempre inerte ao que eu fazia ou deixava de fazer, eu sempre esperava ver naqueles olhos azuis alguma reação quando eu saia pela porta, mas assim que ela jogava as chaves em minhas mãos ela retornava ao que estava fazendo e quando não fazia nada ela arrumava algo para fazer. Eu me sentia mal por tudo aquilo, sabia que ela não poderia ficar andando por ai, me sentia mal por deixá-la sozinha no hotel. No fundo não sabia nem o porquê estava á evitando. Não sabia o porquê eu insistia em sair pela porta todo dia pela manha. Quando estávamos os três era mais fácil, eu aproveitava para vê-la sorrir e escutar o timbre da voz dela.

Olhei a chuva que insistia em respingar na pequena varanda. Mordi o canto da boca. Ela permanecia em silêncio eu podia ouvir sua respiração calma. Se fosse possível o silêncio dela me ensurdeceria.

E eu ainda estava incomodado em ver os médicos tratá-la como namorada de Dan, eu não havia entendido o porquê e como isso havia chegado a esse ponto, Natalie tentara me explicar que no dia em que Dan deu entrada no centro medico, o cirurgião havia entendido que o desespero aparente de Isabella quando foi questionada quando o acidente havia acontecido era porque ela é a namorada de Dan. Mesmo quando o enfermeiro questionou sobre os parentes de Dan que nunca o visitava ela havia dado uma resposta que ate mesmo para mim que sabia a verdade, parecia convincente. Eu me perguntava onde e quando ela havia ficado tão boa em manipular as pessoas. Eu me perguntava se ela seria capaz de me manipular.

Alguém bateu em nossa porta, me virei caminhando para abri-la do outro lado um rapaz empurrava um carrinho com o que seria nosso café da manha, eu abri mais a porta para que ele passasse atrás dele uma moça segurava trocas de roupa de cama nós braços, sorri a ela quando ela entrou.

“Senhor.” Ela disse me cumprimentado abaixando a cabeça. “Posso adentrar no quarto seu e de sua senhora para trocar os foros de cama?”

Apenas balancei a cabeça positivamente. Isabella me olhava com certo divertimento nós olhos. Eu sabia que era por causa do que a camareira havia falado. Elevei os olhos encarando o rapaz que arrumava a mesa ele ainda estava decidindo se arrumava mesmo a mesa ou se olhava furtivamente para Isabella, ainda sentada no sofá ela me encerrava enquanto mordia o lábio inferior. Abri um sorriso a ela. Caminhando em sua direção pulei por cima do braço do sofá me sentado ao seu lado ela acompanhava com os olhos cada movimento meu.

“Com fome?” Perguntei quando ela não disse nada.

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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Qua Fev 01 2012, 23:18

- Um banho primeiro, preciso acordar. Eu disse enquanto me levantava do sofá caminhando em direção ao quarto, eu queria continuar ali sentada ao lado dele aproveitar aquele momento histórico. Nos últimos dias eu e Gabe não havia ficado sozinhos fechei a porta atrás de mim a tempo de ver Gabe dando uma gorjeta para a camareira.

A água morna relaxa meus músculos tensos. Lavei meu cabelo sem pressa. Ao sair do banheiro passei um creme, minha pele estava resseca eu não cuidava mais dela como antes, peguei meu creme predileto em uma loja em um shopping quando eu e Natalie havia saído para fazer compras. Ele tinha cheiro de morango. Sequei o cabelo com uma toalha eu secaria com um secador se minha barriga não tivesse roncado quando fui em direção ao banheiro novamente. Decidi deixar o cabelo para lá. Coloquei uma calça jeans e uma blusinha de alcinha.

Encontrei Gabe na sala agora sozinho ele estava sentado no sofá, se não fosse seu cabelo molhado o shorts e camiseta verde musgo eu não diria que ele havia levantado do lugar, provavelmente no quarto dele deveria ter outro banheiro, me recordei que não havia conhecido aquele cômodo do apartamento.

Andei ate a pequena mesa, fazendo um gesto com a mão para que ele se sentasse.

- Não quero que diga por ai que passou fome. Eu disse enquanto ele sentava em minha frente. Comemos em silencio, não disse nada, eu sabia que a qualquer momento ele levantaria e diria que ia sair. Eu apenas me perguntava aonde ele iria hoje. Talvez fosse à casa de alguma ex.

“Cala boca Isabella!” Uma parte racional me recordou que não importava aonde ele iria. Não era da minha conta. Ele se levantou se jogando no sofá novamente, terminei meu iourgut empurrando a embalagem vazia para o meio da mesa. Me levantei sentando no sofá ao lado Gabe pegando o controle, coloquei em um canal de fofoca.

- Não vai sair hoje? Quando vi já tinha perguntando, tentei concertar. – Quero dizer você esta indo visitar varias pessoas e achei que iria hoje novamente, é bom você vê ela porque ficar naquele acampamento não é fácil. Percebi o quanto estava tagalerando , Gabe reprimia um sorriso. Voltei minha atenção para a Tv.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Gabe Trevisan em Qui Fev 02 2012, 11:01

“Não. Vou ficar aqui com você.” Ela me encarou por alguns instantes, parecia medir minhas palavras.

Sua atenção voltou para a tela de LCD a nossa frente e em segundos ela havia se entretido com a TV. Conseguia ate mesmo sorrir com as noticias e as fofocas que o jornalista com estilo despojado informava. Fiz um calculo rápido, a mão dela ainda estava no controle remoto, com um movimento rápido eu o roubei. Mudando rapidamente o canal colocando em um de luta, ela me encarou com os lábios semi-abertos. Sua expressão mudou, os olhos dela se fecharam um pouco, olhou para o controle em minhas mãos, seu movimento me lembrou um bote de uma cobra, nós caímos deitados minhas costas encontraram o sofá. O corpo dela estava pressionado contra o meu, estiquei minha mão direita para fora do sofá segurando o controle fora de seu alcance, eu não conseguia parar de rir, ela tentava desesperadamente alcançar minha mão. O corpo dela estava quase por completo fora do sofá. Ela resmungava palavras indecifráveis.

A mão esquerda dela puxou meu colarinho para cima me fazendo enterrar meu rosto entre os cabelos úmidos, senti o corpo deslizar sobre o meu, soltei o controle de minha mão agarrando pela cintura a impedindo de cair no chão. Girei meu corpo a deixando de costas para o encosto do sofá, ela estava presa entre mim e ele. Ela ria como uma criança, os cabelos estavam em seu rosto, o som do sorriso dela poderia ser considerado ao mesmo de um cantarolar de pássaros logo pela manha, ou ate mesmo o som de água escorrendo entre pedras. Fazia-me quer sorrir junto com ela.

Ajeitei meu corpo para que ficasse mais confortável em reflexo ao meu movimento ela fez o mesmo. Minha perna estava agora entre as delas. Tirei o cabelo dela de seu rosto, a expressão de seu rosto se suavizou, ela parecia somente agora perceber nossa situação. Estávamos assim, como uma espada de dois gumes, entre o poço e pêndulo, entre a forca e a fogueira. Minha mão ainda estava em seu cabelo, soltei os fios correndo os dedos pela sua clavícula, seu corpo estremeceu ao meu toque, eu sentia seus olhos em mim, mas eu ainda não estava preparado para encarar aqueles olhos azuis, sendo assim, continuava olhando o caminho que meus dedos seguiam, eu conseguia ver suas veias por baixo da pele branca. A pequena pinta em seu pescoço, os ossos saltados de sua clavícula, a gargantilha de ouro com um pequeno pingo de luz como pingente. Subi meus dedos sobre seu queixo, os lábios dela se abriram um pouco a respiração dela era calma, corri meu dedo polegar sobre seus lábios vermelhos, eles estavam secos. Olhei em seus olhos, ela prendeu o ar. Eu poderia me perder naqueles olhos, não soube explicar o que eu vi neles.

“Respira.” Eu sussurrei, ela engoliu saliva e depois suspirou. “Eu não consigo mais.” Me senti fraco ao admitir aquilo, me sentia louco e doentio. Encostei minha testa na sua nossos narizes se tocando, minha mão estava ao lado do seu rosto a outra em sua cintura. Acabei com a distancia encostando nossos lábios em um selinho. Afastei um pouco nossos lábios apenas para sussurrar. “Desculpa. Eu não queria me ausentar por todos esses dias. Eu não quero mais ter que fugir de você.”

Obs: Desculpem morena e loira da laje ficou péssimo, eu estou com sono e o espirito megatron safado não entrou em mim
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Qui Fev 02 2012, 17:22

- Cala a boca Gabe. - Disse interrompendo-o. - Você pede muitas desculpas. Sabe o como te desejo todos os dias. - Ele desviou seu olhar. Lhe obriguei a olhar para mim novamente segurando seu rosto entre as mãos e pressionei meu corpo contra o dele. - Me beija.

E ele me beijou. Minha respiração parou de repente e minhas pernas amoleceram. Ele Enfiou a mão entre meus cabelos me puxando mais perto dele, tirei minhas mãos do seu rosto procurando por suas costas. Os lábios dele eram calmos nos meus pareciam querer me conhecer aos poucos, eu não me importava não tinha presa dele, por mim poderia ficar enroscada com ele naquele sofá pela tarde inteira. Os lábios dele deixaram o meu percorrendo meu queixo, meu pescoço, minha clavícula ate meu ombro. Minhas mãos passeavam por suas costas ate chegar à sua cintura o puxei ainda mais para perto de mim. Ele soltou um gemido baixo.

Empurrei-o ate que ele ficasse sentado, me empoleirando em seu colo ele me olhava como quem estava com fome, o lábio agora estavam vermelhos e um pouco aberto. Tirei o cabelo do meu rosto o prendendo em um coque encima da cabeça. Voltei me preocupar com Gabe o puxando para mim, ele era meu.

Eu me aconcheguei em seu colo, absorvendo o calor de seu corpo.Ele levantou meu queixo e me beijou. O beijo foi quente e enviou um arrepio de prazer através de mim e eu respondi tão avidamente que pensei que meus lábios iriam machucar. Minha boca era toda dele, caótica, selvagem e faminta. Gabe me envolveu em seus braços, me segurando com uma intensidade que só me fez querer afundar mais profundamente nele.

Ele mordeu meu lábio inferior, e senti o seu sorriso contra a minha boca. Ele beijou-me um pouco acima da clavícula. Ele mordiscou minha orelha e depois afundou seus dentes em meu ombro. Eu apertei meus dedos em sua cintura, puxando-o para mais perto. Gabe enterrou o rosto na curva do meu ombro, suas mãos estão em flexão em minha volta. Ele deu um gemido baixo.

Minhas mãos procuravam pela ponta de sua camiseta quando a encontrei comecei a puxá-la para cima ate sentir meus dedos acariciar seus músculos enrijecidos por baixo. Tirei sua camiseta por completo tirando os lábios dele do meus pescoço. Eu deslizei minhas mãos ao longo dos seus músculos esculpidos perfeitamente que enviou uma onda de paixão através de mim. Ele agarrou minha cintura me levantando, eu envolvi minhas pernas em volta de sua cintura. Vi seu olhar cortar para o sofá, para a porta de seu quarto, e o meu coração saltou dentro do peito de desejo. O pensamento racional havia me abandonado.

Ele caminhou comigo ate eu sentir a madeira maciça em minhas costas, a porta se abriu atrás de mim, e logo se fechou com um empurrão com o pé que ele deu, ele voltou a se preocupar com meus lábios antes de me soltar na cama, eu podia sentir o cheiro dos lençóis limpo a mão dele percorria minha barriga, erguendo cada vez mais a blusa que eu usava. Uma parte de mim insistia em pergunta se eu realmente estava fazendo o certo, mas essa parte era fácil de ser ignorada.

O caminho que as mãos dele percorriam pelo meu corpo deixava um rastro quente, eu me sentia em chamas. Os lábios dele pressionavam os meus com força cada vez mais faminto, minhas mãos procuravam por cada detalhe em sua pele. Tirei os lábios dele procurando o ar. Não conseguia mais pensar. A única coisa que ecoava pela minha mente era seu nome, como uma prece, uma oração. GABE GABE GABE.

Tentei me recordar em que momento minhas roupas haviam sido retiradas já que agora a única coisa que restava era minha langeris, ele beija cada parte do meu corpo com paixão. Entreguei-me a Gabe por completo, não sabia onde meu corpo terminava e onde começava o dele, mesmo a chuva e o frio não deixaram que nossos corpos suassem, minha pele colava na dele, o cabelo loiro colava em sua testa os olhos azuis vagavam hora por meu corpo hora por meu rosto.

Ele deitou a cabeça em meu peito fazendo o contorno da minha clavícula com dedo indicador, sua respiração ainda estava irregular, minhas pernas ainda permaneciam presas a sua cintura. Passei as mãos nos cabelos bagunçados dele.

- Preciso sair do seu quarto, Natalie logo chegará e não quero que ela se sinta constrangida com algo. Eu disse enquanto me remexia sobre o lençol, enrolei ele no meu corpo caminhando pelo quarto e pegando minhas roupas. Passei pelas portas duplas caminhando até o meu quarto e de Natalie sentia os olhos de Gabe em mim. Eu queria voltar para a cama e ficar com ele.

Quando sai do banheiro, meu cabelo cheirava a xampu de morango. Coloquei um vestido e me joguei no sofá. Dali era possível ouvir o barulho do chuveiro de Gabe ainda ligado. Sorri maliciosa ao imaginar a água caindo pelo seu corpo. Eu nunca me cansaria dele.


Obs: Se é foda se deixa as piores partes para mim pedroxxx agora é com vc se vira e acaba com isso logo ¬¬ Rum! E morena e loira laje é seu zoio
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Apolo em Seg Fev 13 2012, 17:28

Eu não tinha dormido a noite inteira naquele hotel, na verdade nem tinha ficado naquele quarto que eu peguei. Tinha ficado a noite inteira fora do hotel, na parte de trás dele, onde dava para ver a claridade da janela dos semideuses. Pelo que eu tinha notado, a filha de Afrodite tinha um caso com o filho de Ares. "Combinação estranha e perigosa." eu pensava, mas mantinha o foco e toda hora procurava por algum perigo, mas nada. Na verdade estava ficando extremamente chato aquilo, totalmente entediante toda aquela perseguição. Respirei bem fundo e me encostei em uma parede, bem em tempo de ver a luz apagar. Eles deviam ter ido dormir.
- Tenham bons sonhos, pequenos. - Eu murmurei, enquanto andava de volta para o hotel. Peguei o elevador até o andar dos semideuses e fiquei do lado da porta deles, fazendo uma vigília.

~~//~~

Depois daquela vigília a noite inteira, ouvi alguns passos do lado de dentro do quarto. Peguei o elevador do hotel de novo e desci, afinal seria estranho se eles vissem um completo estranho (bonitão) parado do lado da porta deles. Fui até o refeitório e peguei um pão com presunto, apenas para disfarçar. Depois de alguns minutos, vi a suposta filha de Hefesto sair do elevador com um guarda chuva. Esperei ela passar e a segui. Quando ela entrou no carro que eles estavam na noite anterior, corri para pegar a minha moto estacionada do outro lado da rua, tirei a chave do bolso e dei partida nela, de novo seguindo a semideusa. Eu só a seguia por que ela estava em menor número, e apenas por isso. "Esses semideuses" Eu pensei, antes de fazer uma curva. "Se tivessem um descendente de Atena com eles, não se dividiriam...".

~~ENCERRADO~~
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Seg Fev 20 2012, 00:43

Obs: Tive que modifica meu post o Pedro (Gabe) não ta podendo entra ele foi viajar e também estava meio encrencado no emprego, sendo assim as Administradoras pediram que eu edita-se para os post não ficarem paralisados, então esta editado!
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Ter Fev 21 2012, 02:12

"Não muito... Cheguei a praticamente um mês por aqui. Mas já trabalho como segurança a bastante tempo. E você e os seus amigos, já estão indo para a UTI a muito tempo?"

Sorri para Alex, era impossível não fazê-lo, ele conseguia fazer com que um assunto sério pudesse ser tratado de uma forma mais leve, eu sabia que não deveria dar detalhes sobre nenhum de nós e nossa condição aqui, eu nem sabia se podia ou não confiar em Alex, mas ele não me parecia uma pessoa que pudesse querer nos fazer mal. Não que eu fosse muito boa em analisar as pessoas, mas tinha aprendido algumas coisas com Lucas de como ficar mais alerta em relação a todas as pessoas, o 'você não deve confiar em ninguém inteiramente' que Lucas sempre ressaltava.

"Sim e não..depende da perspectiva sabe?" acionei o alarme do carro seguindo com Alex para a entrada do Hotel "Se você pensar pelo tempo que Gabriel está na UTI não faz muito tempo, uma semana, mas se pensar pelo lado emocional, pelo que passamos esperando uma melhora, um sinal, uma notícia boa, essa semana parece uma eternidade." e se tornava uma eternidade maior ainda quando tinhamos que nos preocupar também com a polícia local e com possíveis monstros que pudessem conseguir nos rastrear, o que acabava redobrando nossa própria vigilância e em consequência o desgaste físico e mental era enorme.

"Bem..obrigada mais uma vez" fechei os olhos balançando a cabeça e fazendo uma careta "Estou ficando repetitiva..desculpe." olhei para os lados tentando ver algo estranho por perto "Acho que eu vou indo..até."
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Apolo em Ter Fev 21 2012, 12:30

Camila me olhou sorrindo, o que a tornou um pouco mais bonita do que ela já era. Era estranho pensar que eu estava tendo uma conversa normal com qualquer pessoa, semideus ou mortal, sem que ficassem com medo de serem pulverizados. A sensação era até boa.
- Sim e não... depende da perspectiva sabe? - Fiquei meio confuso, mas consegui disfarçar. Ela acionou o alarme do carro e foi indo para a entrada do hotel. Fui andando ao lado dela. - Se você pensar pelo tempo que Gabriel está na UTI não faz muito tempo, uma semana, mas se pensar pelo lado emocional, pelo que passamos esperando uma melhora, um sinal, uma notícia boa, essa semana parece uma eternidade.
- Ah, sim.
"Semideuses e suas emoções..." Pensei, com um sorriso.
Fui olhando para todos os lados, observando qualquer coisa que provasse ser perigosa ou até suspeita.

- Bem... obrigada mais uma vez. - Ela balançou a cabeça. - Estou ficando repetitiva... desculpe.
- Relaxa. - Eu disse, com um sorriso.
Ela olhou para os lados, com uma expressão alerta. Pelo menos eles estavam ligados...
- Acho que eu vou indo... até.
Antes que ela se virasse, eu tive uma ideia.
- Se seus amigos não se importarem ou não forem sair, eu podia te chamar pra jantar, no hotel mesmo. Se você quiser, claro. - Eu disse, enquanto olhava nos olhos dela.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Sab Fev 25 2012, 15:29

“Se seus amigos não se importarem ou não forem sair, eu podia te chamar pra jantar, no hotel mesmo. Se você quiser, claro.”

Paralisei olhando para Alex, ele realmente estava me chamando para jantar? “Han..um jantar?” ele assentiu. Olhei de Alex para dentro do hotel para ver se Isa ou Gabe não estavam por ali, se a minha intenção era que eles não soubessem de Alex, aceitar jantar com ele seria impossível de fazer sem eles saberem, afinal se eles não aprovariam que eu tivesse contado qualquer coisa que fosse sobre nós ou que tivesse pedido ajuda a um estranho, eles não aprovariam também um jantar. Esconder deles que tinha tido ajuda de alguém para ver Dan já seria um problema, esconder um jantar seria um problema maior ainda.

“Hoje a noite? Ok..pode ser.” Desviei os olhos, não acredito que estou aceitando jantar com Alex. O analisei novamente, o jeito misterioso, o sorriso que deveria amolecer qualquer garota para quem ele sorrisse daquela forma, inclusive eu.

“Nos vemos mais tarde.” Disse acenando e saindo em direção ao elevador, fechei os olhos respirando fundo, isso não ia prestar, disso eu tinha certeza. Subi para o quarto, hora de contar sobre Dan para os dois e tentar omitir Alex da história, além de pensar numa desculpa para o jantar.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Apolo em Sab Fev 25 2012, 18:46

- Han... um jantar?
Assenti com a cabeça, depois percebi que eu podia ter sido meio burro. Ela tinha acabado de me conhecer, não ia querer sair com um completo desconhecido. Mas, por outro lado, ela não estava saindo comigo, só estava jantando num hotel que nós dois estávamos. Fiquei quieto enquanto esperava a resposta dela.
- Hoje a noite? Ok... pode ser.
Dei um sorriso. Ela desviou o olhar e depois me olhou de novo. Fiz o possível para parecer um mortal normal, por que para mim aquela história de sair com mulheres era fácil, mas seria a primeira vez que estaria jantando com uma semideusa.
- Nos vemos mais tarde.
Ela acenou com a cabeça e eu repeti o gesto, enquanto ela entrava no elevador, eu ia em direção ao refeitório que ficava atrás de uma porta a direita do balcão. Ele era grande e bonito, seguindo o padrão do hotel. Haviam várias mesas espalhadas pelo salão e, mais na frente, um palco com um suporte para microfone vazio. Meus olhos brilharam enquanto eu já tinha outra ideia formada.
Sai para a rua defronte ao hotel novamente, dando uma olhada na calçada. Tinha certeza que eu ouvia o som de um violão por ali. Coloquei a mão no bolso e senti uma nota de 100 dólares amassada bem no fundo. Eu sempre tinha essas notas escondidas no caso de emergências. Fui seguindo o som do violão e entrei num beco, onde um mendigo tocava um violão que devia ser lindo limpo, porém muito desafinado. Me aproximei dele.

- Com licença, senhor. Quero comprar o seu violão.
O mendigo me olhou, com lágrima nos olhos.
- O preço não vai ser barato, meu caro. Ele é tudo o que eu tenho.
Tirei a nota de 100 e joguei aos pés dele.
- Não mais.
Ele pegou a nota de 100 como se pegasse uma barra de ouro, enquanto deixava o violão cair ao seu lado. Fui até o violão e o peguei.
- Deus o abençoe, senhor.
Olhei para ele, achando graça.
- Meu pai as vezes é bem rude comigo, mas ele sabe o que faz.
O mendigo ficou meio confuso, e eu aproveitei a confusão para entrar no hotel. Algumas pessoas que passavam olharam com nojo para o violão, mas eu não me importei. Peguei o elevador e subi até o quarto que eu havia pego para mim. Assim que entrei, abri a torneira da banheira e deixei enchendo, enquanto tirava as cordas do violão. Depois que a banheira estava cheia, joguei ela na banheira e comecei a lavar o violão.
Quando tirei o violão da água depois de uns cinco minutos, ele estava reluzente, quase novo. Coloquei as cordas novamente nele, as afinando perfeitamente.

- Agora assim está uma coisa digna de mim. - Eu disse com um sorriso.
Fui até a sala e fiz um pequeno solo com o violão. O som estava perfeito. Deixei o violão encostado na parede e sai do apartamento, indo de novo para o beco que dava uma visão da janela dos semideuses. Fiquei ali a observar a janela.

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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Ter Fev 28 2012, 14:19

Entrei no quarto do Hotel colocando a bolsa em cima da mesa e vendo Isa esparramada no sofá, Gabe não estava a vista, a porta de seu quarto estava fechada.

"Hei Isa, tudo bem por aqui? Tentei te ligar, mas ninguém atendeu." disse me aproximando do sofá e sentando ao seu lado. "Gabe não está?" perguntei olhando em direção a porta do quarto dele e depois para Isa. Ela andava ficando com uns humores péssimos nos últimos dias, quando eu saia para o hospital e Gabe se mandava e ela acabava ficando sozinha, será que ele havia saido novamente?

"Deixei uma mensagem no seu celular você viu? Eu queria já aproveitar e falar com você e com Gabe ao mesmo tempo" o que para mim seria mais fácil do que ter que contar a mesma história duas vezes tentando omitir alguns detalhes, talvez seria menos complicado se contada uma vez só.

"Sabe..acho que estou ficando um pouco paranóica..vi um carro de polícia na estrada quando voltava para cá e quase surtei. As vezes tenho a sensação de que alguma coisa vai acontecer, sei lá" me ajeitei no sofá abraçando os joelhos " É paranóia demais não é?" além do medo de sermos descobertos eu andava sentindo uma falta enorme de Lucas, mesmo que nossa relação não estivesse muito boa nos últimos tempos, mesmo que nós mal nos falassemos desde a briga com Melanie, tudo bem que quem mal falava com ele era eu, mas mesmo assim sentia saudades de ficar apenas perto dele, Lucas era meu irmão, o que eu mais me importava e odiava não poder falar com ele.

Olhei de relance para a bolsa em cima da mesa, o celular de Lucas que peguei antes de fugir estava lá dentro, ainda desligado, suspirei "Será que conseguiremos pelo menos levar Dan são e salvo de volta para o acampamento?"
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Ter Fev 28 2012, 14:54

Escutei o som da porta abrindo, não me virei para checar quem era eu sabia que ninguém tinha a chave a não ser eu, Natalie e Gabe.

-Hei Isa, tudo bem por aqui? Tentei te ligar, mas ninguém atendeu. Não atendi porque estava ocupada com peso do corpo do Gabe encima do meu, respondi mentalmente enquanto analisava o rosto de Natalie. - Gabe não está? Olhei para a porta do quarto fechada.

- Ele ta dormindo, ainda. Eu acho. Quer dizer a ultima vez que eu o vi ele tava dormindo, não ele tava indo dormi de novo, ele não saiu, não sei o porque, sei lá o que ouve ele ficou em casa hoje. Ah esqueci! Eu disse movimentando as mãos esse era o problema quando ficava nervosa. – É ele deve estar dormindo.

Levantei-me indo para a mesa pegando o meu celular. Havia duas mensagens uma de Natalie e outra da operadora, avisando que meus créditos estavam esgotando.

- Desculpa, eu realmente não vi. A sua mensagem.


Ela falou mais algumas coisas que logo de instante eu não ouvi. O movimento de uma porta se abrindo chamou minha atenção, mordi os lábio. Gabe saiu do quarto de calça jeans e camiseta com os cabelos molhados e olhos sonolentos.

- Será que conseguiremos pelo menos levar Dan são e salvo de volta para o acampamento?

Caminhei ate sentar novamente ao lado de Natalie.

- Nós temos que conseguir, quer dizer eu acho que conseguimos o bastante. Se algo acontecer ele estará a salvo. Dan é ótimo tenho certeza que ele conseguira volta para o acampamento. Eu não sabia o porquê estava falando aquilo, talvez porque a mesma sessão que Natalie tinha eu estava. De algo aconteceria. Ou talvez fosse coisa de nossas cabeças, estava acontecendo tanta coisa de uma vez que eu não me sentia segura em nenhum lugar. Ah não ser na cama, cortei meu pensamento sentindo minha pele ficar vermelha. Respirei fundo.

- Bom aqui estamos eu e o Gabe, pode falar.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Ter Fev 28 2012, 15:53

"Bom aqui estamos eu e o Gabe, pode falar." Isa se virou de frente para mim no sofá, o que fazia com que eu ficasse mais nervosa ainda, Gabe se sentou na poltrona à minha esquerda, perto de onde Isa estava.

"Bom, eu consegui ver o Dan" dei uma pausa olhando para os dois e depois continuando antes que qualquer um deles me fizesse perguntas sem que eu tivesse terminado de contar tudo "Foi meio que assim...eu cheguei lá e aquela recepcionista ficou enrolando para chamar algum enfermeiro ou médico que viesse dar notícias de Dan e eu já estava ficando nervosa demais com medo de que tivesse acontecido algo com ele, porque por mais que falem que ele esteja bem eu não conseguiria me tranquilizar enquanto não visse com meus próprios olhos" e lá estava eu falando demais, enrolando demais, o sinal de nervosismo que eles logo perceberiam se eu não terminasse logo "enfim..eu estava impaciente de esperar que alguém viesse dizer algo então eu abordei um funcionário do hospital que estava entrando na UTI e ele me liberou para ver o Dan, foi tipo uns cinco minutos, mas pude vê-lo e ele me parece bem melhor do que estava quando chegamos." recordei a imagem de Dan naquela cama da UTI e tentei explicar ao máximo o que eu consegui perceber nele "Os ferimentos superficiais que ele tinha já sumiram e os mais profundos estão cicatrizando bem, pelo menos foi o que me pareceu, mas eu não entendo muito bem dessas coisas, ele está mais saudável também sabe, mais corado. Eu acho que a única coisa que ainda o mantém na UTI é o fato dele ainda estar inconsciente."
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Gabe Trevisan em Qua Fev 29 2012, 06:44

Acordei com o som da porta se abrindo, meus olhos ainda se acostumavam com a realidade, mas foi possível ver Isabella saindo de ponta de pé do quarto. Sorri para o nada. Fiquei por algum tempo na cama. Eu estava ciente do que havia acontecido entre eu e ela e existia alguma parte de mim ainda insistia que aquilo deveria durar para sempre. Inalei o ar sentindo ele preenche meu corpo, escutei o som da chuva que caia ao lado de fora. Desistindo de ficar na cama parti em passos longo ate o banheiro.

Sai do quarto após o banho encontrando Natalie e Isabella na sala. As duas conversavam sobre Dan pelo que pude perceber, me sentei numa poltrona solitária, colocando meus cotovelos sobre os joelhos, enquanto Natalie explicava que havia conseguido ver Dan.

“Parece que temos mais uma filha de Afrodite entre nós Isa.” Eu disse, enquanto Natalie mesclava a bochecha em vermelho vivo, Isabella batia palma e quicava no sofá ao lado de Natalie, mas algo em sua expressão não estava correta. Na verdade ela e Natalie pareciam tensas. Mudei o peso do meu corpo, transferindo meu braço para o encosto lateral da poltrona enquanto encarava as duas.

“A noticia foi boa, mas tem algo que esta deixando as morenas, como pode dizer, sem graça.” Vi os olhos de Natalie procurar os de Isabella, Isa por sua vez abaixou a cabeça cutucando canto da unha enquanto batia o pé impaciente no chão. Levantei-me indo ate elas me joguei no sofá entre as duas.

“As duas tão escondendo algo. Eu só não sei de quem.” Fuzilei os olhos de Natalie ela seria mais fácil de contar, Isabella eu sabia que talvez estivesse escondendo de Natalie sobre eu e ela. “Você...” Eu disse apontando o dedo para ela.

“Como alguém deixaria você entrar em um local, correndo o risco de perder o emprego, sem nenhum poder. Quem é o cara Natalie?” Nós precisávamos tomar cuidado, mais do que isso precisávamos nós manter pelos cantos. Eu sabia o quanto isso estava sendo difícil, por incrível que pareça a duas conseguiam chamar a atenção por onde passavam, ate mesmo quando elas tentavam ser discreta com óculos escuros sobre os olhos, eu conseguia perceber olhares masculinos sobre elas. Isabella tinha um charme de se impor talvez por causa de Afrodite e Natalie exalava uma beleza dela, acanhada, ate mesmo quando ela sorria e abaixava a cabeça envergonhada. No fim eu sabia que seria quase impossível passar com as duas sem ser percebidos. Olhei nos olhos de Natalie, ele ainda estavam indecisos. Mordi o canto do lábio.

“Qual é Natalie?” Eu disse impaciente com sua indecisão.

obs - Ficou uma porcaria, desculpem meninas.
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Natalie Dion em Qua Fev 29 2012, 14:44

Gabe se sentou entre nós e eu desviei o olhar para Isa, eu sabia o que viria agora, já previa aquilo, mas imaginava que Isa acabasse questionando a história e não Gabe. Eu não sabia mentir, quem não me conhecia poderia acreditar em qualquer desculpa esfarrapada que eu desse, mas com Gabe não funcionaria assim, ele me conhecia tempo o suficiente para saber se eu mentisse e eu não queria faze-lo e Isa agora me olhava, passando da confusão para o entendimento. Desviei os olhos dela para Gabe, grande erro, os dele me fuzilava e analisava de forma que eu me sentia como se não precisasse dizer nada, como se Gabe conseguisse perceber toda a indecisão e confusão que se passava em mim naquele momento.

“Qual é Natalie?” Gabe tinha uma forma firme e direta de falar que colocava a pessoa contra a parede e sequer tentar mentir iria deixa-lo irritado. Ele já demonstrava impaciência e isso me deixava mais nervosa. Eu não havia feito nada de errado, não era errado conversar com alguém, eu não havia contado nada demais a Alex, mas na nossa situação se aproximar e contar qualquer coisa que fosse podia ser arriscado. Nós havíamos combinado de nos mantermos incógnitos o máximo possível e eu não havia feito dessa forma.

Olhei para Isa pensando em como dizer, era mais fácil encara-la “Bem” respirei fundo olhando para Gabe, não adiantaria não encara-lo “Eu não tenho nada muito diferente pra dizer do que eu já disse. Foi realmente um funcionário do Hospital que me ajudou a entrar, era pra ter sido escondido, mas quando saímos a moça da recepção nos viu, não sei se dará algum problema. Eu apenas disse que tinha um amigo na UTI que queria visitar e perguntei se ele me ajudava a entrar e ele concordou. Ele me questionou sobre quem era o Dan e eu usei a desculpa de ser parente dos Bittencourt. Foi só isso, não falei mais nada..juro.” olhei de Gabe para Isa e abaixei a cabeça, sabia que a próxima parte eles aprovariam menos ainda “Hann..eu também lhe dei uma carona até aqui, ele está hospedado no mesmo hotel.” Percebi Isa se mexer desconfortavelmente no sofá e esperei o que viria.

OFF: que porcaria o que..eu quase sai correndo quando li..pensei ferrou, to fudida agora kkkkkkkkkk
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Apolo em Qui Mar 01 2012, 18:42

Depois de um bom tempo observando uma pequena movimentação na janela, olhei para o céu. O sol já ia indo embora, enquanto a lua vinha, imponente, trazendo a noite com ela. Respirei bem fundo. Tudo aquilo tinha me dado uma inspiração. Faltava um bom tempo para o jantar, mas eu sabia o que ia fazer para matar o tempo. Sai do beco, entrando de novo no hotel. As portas para o refeitório já estavam abertas. Dei uma olhada para dentro. Haviam bastante pessoas jovens...
Fui até o recepcionista.
- Com licença, vocês tem amplificadores aqui?
Ele me olhou, confuso.
- Temos, mais não creio que as pessoas vão gostar de um rock, senhor.
- Acredite em mim, eles vão. - Eu disse, com um sorriso, enquanto me encaminhava para o elevador.
Abri a porta do meu apartamento, indo até o violão encostado no sofá.

- Um pouco de rock, talvez...
Uma luz brilhou dourada, emanando da mão quer segurava o violão, e cobrindo todo ele. De repente a luz se apagou e, na minha mão, estava uma Gibson vermelha, com detalhes que a faziam parecer um fogo.
Abri um sorriso, enquanto ia para o guarda-roupa. Nele não havia muita coisa, já que ele estava vazio, mas eu já tinha visto algo lá que tinha chamado a minha atenção. Um chapéu, característico do interior. Coloquei ele na cabeça e saí do apartamento, descendo de novo.

Entrei no refeitório, passando rapidamente pelas mesas e indo para trás do palco. Lá eu vi um amplificador, bem grande. Fiz um esforço para colocá-lo encima do palco, puxei um banquinho para cima do palco, o posicionando na frente do suporte do microfone, e subi no palco. Todos me olharam. Liguei o microfone, dei umas batidas nele para ver se ele estava funcionando, e, quando confirmado, limpei a garganta.
- Pessoal, o hotel não achou uma boa ideia tocar rock pra vocês, mas eu sei que vocês gostam.
Ajeitei a guitarra no meu colo, e comecei a tocar as músicas que vinham na minha mente. Mesmo apenas com a guitarra, eu sabia como encantar as pessoas com uma música...

Off: As músicas: BYOB - System of a Down
Lonely Day - System of a Down
Before I Forget - Slipknot
Duality - Slipknot
Psychosocial - Slipknot
All Nightmare Long - Metallica
Master of Puppets - Metallica
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Artemis em Qui Mar 01 2012, 22:51

Artemis estava em missão, ela tinha monstros a caçar, mas ela achava que deveria ficar com um olho em seu irmão e isso era algo que ela não gostava nenhum pouco, pois isso a distraia e ela não gostava de ter que se desviar de seu trabalho. Naquela situação em que se encontravam ela sabia que teria que ir até ele e evitar isso mais tempo não adiantaria em nada e Artemis deveria fazer isso antes que Afrodite resolvesse fazer uma visita porque aí sim as coisas complicariam. Artemis deu algumas ordens a suas caçadoras e saiu rumo a Nova Iorque, veria o que Apolo estava aprontando dessa vez.

Artemis sabia onde os semideuses estavam, mas mesmo que não soubesse, não havia como, naquele momento, não identificar o local. Como sempre seu irmão estava se exibindo, ela conseguia senti-lo daquela distância. Artemis se apressou chegando logo ao Hotel e indo diretamente para o local de onde a música vinha. Parou na porta cruzando os braços, seu irmão estava do outro lado do salão, em cima de um palco improvisado, se exibindo. Não havia um mortal naquele local que não olhasse para ele embasbacados e isso não servia apenas para definir as mulheres.

Apolo olhou em direção à irmã e ela continuou olhando para ele sem fazer nenhum movimento. Instantes depois ele fez uma pausa e foi em direção a Artemis que saiu para o lado de fora com Apolo em sua cola.

- O motivo de você estar nessa missão é para cuidar dos semideuses Apolo e não para se exibir e chamar mais a atenção do que você já chama naturalmente - ela começou a dizer e revirou os olhos quando viu o irmão sorrir - era para você se manter incógnito - ela continuou - principalmente para os semideuses e não se aproximar de um deles, ainda mais uma garota - ela o encarou séria - não me olhe assim, você sabe que estamos de olho em você, Afrodite está prestes a te fazer uma nova visita, então ande na linha irmão e faça o que você foi mandado fazer.

Artemis olhou em direção à janela do quarto em que os semideuses estavam - a essa altura os outros dois já sabem sobre você e mais um pouco de observação deles e o seu disfarce vai por água abaixo e você será retirado daqui. - ela olhou de volta para Apolo - Não os subestime irmão, isso seria um erro. - Artemis suspirou - O que aconteceu com eles nessa ultima semana?

Artemis esperou o irmão lhe fazer um resumo da situação antes de acenar afirmativamente com a cabeça e se despedir - Preciso ir...comporte-se irmão - e acrescentou - não use a garota Apolo ou as coisas vão se complicar para você. - Artemis se preocupava com o irmão e ela sabia o que a ira de Afrodite poderia causar a ele e a dela mesma se caso as coisas dessem errado.

Ela se aproximou dando um beijo no rosto do irmão e saiu dali voltando para o local em que suas caçadoras a encontrariam.


TURNO ENCERRADO

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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Isabella Bittencourt em Sex Mar 02 2012, 09:47

Remexi-me desconfortável no sofá, de repente um milhão de pensamentos invadiu minha mente. Eu não tinha tanto medo de monstro como eu tinha de humanos. Talvez ele fosse um espião ate mesmo um policial disfarçado, sabe se la Deus quem era ele. Eu esta paranóica tentei me recompor, começando pelos ombros, relaxei eles devagar, soltando de vagar o ar que estava preso em meus pulmões. Olhei para Natalie, dando um sorriso fraco.

- Talvez ele seja apenas uma pessoa boa. Eu dizia a ela e ao mesmo tempo tentando convencer a mim mesma. – Pelo menos ele conseguiu que Natalie visse Dan. Isso é uma coisa boa. Dei um olhar acolhedor a Gabe, mas ele ainda continuava tenso, com o rosto serio. Me levantei andando pela sala. Minha barriga roncou me lembrei que havia ficado praticamente o dia todo sem comer, na verdade havia apenas dormindo. Eu estaria completamente ferrada para conseguir dormir a noite. Os dois me olhavam apreensivos.

Onde eu havia metido os dois, ate mesmo o medo de Natalie com policias, quem deveria ter esse medo era eu e não ela. E Gabe ele era realmente bom não tinha nada com que se preocupa e aqui estava ele, atolado ate a cabeça de problemas. Tomei a decisão sem pensar direito, naquela madrugada eu iria embora. Não sabia para onde direito, quando os dois tivessem dormindo eu sairia, pediria um taxi e depois me viraria lá fora. Se os dois fossem pegos não aconteceria nada, mas se eles fossem pegos comigo seria pior, eles eram cúmplices de uma fugitiva. Mordi os labios tentando não transparecer nada.

- Olha não vamos ficar nos preocupando com isso, eu estou morrendo de fome. Olhei para a chuva lá fora. – Vou pedir algo para comer vocês estão comigo ou não?


OBS: Ta eu confesso contei linhas KKKKK
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Re: Hotel Lenox - NY

Mensagem por Narrador em Sex Mar 02 2012, 16:34

TURNO ENCERRADO!


Novo turno iniciando-se dia 03 de Março e encerrando em 16 de Março.
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